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A espuma noticiosa

Os dias são ocupados com "notícias" que ou não têm fundamento ou se baseiam em factos distorcidos. De nada adianta dar esclarecimentos pois a "central de comunicação" logo os abafa ou traz para a ribalta uma qualquer outra "não notícia" que desvie a atenção.

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    • 17:41 | Segunda-feira, 05 de Junho de 2023
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    A informação que os órgãos de comunicação social nos tem dado têm tido o seu referencial em mexericos. Mas verdade se diga que a sua agenda tem seguido a chicana política que oposição e comentadores têm protagonizado e alimentado.

    Os dias são ocupados com “notícias” que ou não têm fundamento ou se baseiam em factos distorcidos.
    De nada adianta dar esclarecimentos pois a “central de comunicação” logo os abafa ou traz para a ribalta uma qualquer outra “não notícia” que desvie a atenção.

    Há um conjunto de situações e de factos que têm sido ocultados ou desprezados no nosso panorama informativo.
    Vou dar alguns exemplos que me parecem paradigmáticos:


    Em 2022 a dívida pública portuguesa desceu de 125,5% para 114,7% do PIB;
    O déficit previsto para 2022 era de 1,9%, mas veio a fixar-se uma significativa diminuição para 0,4%, um número praticamente de zero;
    Há mais pessoas a trabalhar, sendo que nos primeiros três meses do ano havia 4,925 milhões de pessoas a trabalhar;
    Em 2020 a taxa de risco de pobreza era de 18,4%, sendo que esta recuou em 2021 para 16,4%;
    Nas exportações a meta estabelecida para 2025 foi atingida em 2022, ou seja o turismo, a metalonecânica, o têxtil e o calçado levaram as exportações ao valor de 50% do PIB. 

    Talvez o desprezo que tem sido dado à estes bons resultados explique a rejeição dos Portugueses a eleições antes de tempo.

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